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De Moira Young,
editora Intrínseca.

Saba é uma habitante da Lagoa da Prata, ao lado de seus dois
irmãos – Lugh e Emmi – e seu pai, quando presencia uma
tempestade de poeira que traz muito mais que o esperado e a faz partir em uma
missão com o intuito de recuperar o que lhe foi tirado.
Nessa
jornada, Saba acaba sendo sequestrada por comerciantes de escravos e é levada
para a Jaula – atualmente conhecida por nós como Coliseu. E, como pode-se esperar, um lugar chamado "Jaula" não é onde qualquer pessoa
desejaria estar lutando; um lugar onde gladiadoras e gladiadores se enfrentam todos os dias e, apenas se perderem três vezes, são executados.
As Gaviãs Livres, um grupo de guerreiras/ladras que não obedecem ao rei, ajudam Saba e os
outros gladiadores a fugir da Jaula, explodindo a prisão onde eles se encontram. E, logo depois de uma série de acontecimentos, um pequeno grupo de pessoas segue a busca incansável por Lugh.
O livro se passa em um futuro muito distante, onde nem a França existe mais; onde os livros são raros e as pessoas que os leem mais ainda. Eu fiquei um pouco confuso quando a autora tratava-se de localizações, apesar de que ela fornecia dados suficientes em relação as direções, como norte, sul, nordeste, etc.
Eu li esse livro meio que me obrigando. O motivo principal era a escrita. Algumas expressões como: num, esperano, tão, etc. realmente não me atraíram e sempre me faziam me desligar do texto e pensar: pra quê escrever assim, minha querida? Mas eu superei, me acostumei com a linguagem – algo que você também irá conseguir – e segui feliz até o final desse livro.
E, apesar de contratempos, Moira Young criou um livro que faria você gostar de todos os personagens. Basicamente, posso dizer que foi uma leitura maravilhosa e estou torcendo para que o segundo livro lance logo.
E um conselho: tenha cuidado, pois o que está abaixo de você, logo irá se levantar.