Ecos da Morte,
da Kimberly Derting,
editora Intrínseca.

da Kimberly Derting,
editora Intrínseca.
Os mortos falam com ela e a levam ao assassino. Eles a mostram o caminho e revelam o mais profundo de seus segredos. Aqueles segredos que somente uma pessoa viva tem conhecimento. Até agora.
Violet Ambrose desde muito jovem é incitada a ouvir, sentir, ou até ver as marcas que os corpos que foram vítimas de assassinatos deixam. Agora, com 16 anos, ela os chama de "ecos" e aprendeu a lidar esse carma. Ao menos, até que um assassino aparece em sua cidade.
Ela, que não suporta mais a situação a qual está sentenciada à presenciar todos os dias, resolve ajudar à encontrar o assassino, e isso a põe em um grande perigo. Isso se torna uma caçada.
Ela, que não suporta mais a situação a qual está sentenciada à presenciar todos os dias, resolve ajudar à encontrar o assassino, e isso a põe em um grande perigo. Isso se torna uma caçada.
Ela de repente se sentiu como a predadora, que carregava a mais poderosa das armas. Agora se tornaria a caçadora... e ele, a caça.
Um thriller de arrepiar os cabelos. Ecos da Morte te arrebata e ultrapassa qualquer expectativa que você possa formar sobre ele. Pelo menos foi o que houve comigo.
Quando li em algumas resenhas que ela se apaixonava pelo melhor amigo, eu claramente detectei um clichê. Mas a questão é que esse "clichê" te envolve completamente e você se sente dominado por qualquer desejo que seja da vontade de Violet. Se vê corando, ansioso, triste e furioso de acordo com suas emoções.
Quando li em algumas resenhas que ela se apaixonava pelo melhor amigo, eu claramente detectei um clichê. Mas a questão é que esse "clichê" te envolve completamente e você se sente dominado por qualquer desejo que seja da vontade de Violet. Se vê corando, ansioso, triste e furioso de acordo com suas emoções.
Derting conseguiu captar completamente a essência de um jovem, ao passo que vários autores — ok, parem de pensar que eu estou soltando uma indireta ao Nicholas Sparks — não o fazem.
As palavras soavam estranhas a seu ouvido, mas o coração respondia, batendo errante, como se tivesse passado a vida inteira à espera de escutá-las.
Quando o livro cogita a hipótese de se tornar monótono, começa a ação. A caçada, assim prometida. Eu ficava ansioso para chegar em casa e ler o próximo capítulo, dito que todo capítulo acaba com uma frase impactante.
Não posso deixar de citar a alta trollada que a autora dá em um dos capítulos. Ela me pegou, hein? Touché. Há! Leia para ter acesso à tal informação.
E, se tivesse que resumir esse livro em apenas uma palavra, ela seria: surpreendente.
Aqueles eram corpos que estavam em paz. Arrancados do mundo antes da hora, mas postos para descansar eternamente por aqueles que mais os amavam. E estavam em harmonia.
yaaaaaaaaaaaaaaay, aquela trollada foi de matar ;-;
ResponderExcluirpoax auihsdisadjsadas
muito boa tua resenha maaath \o
~nathália
Adorei sua resenha e eu tenho muita vontade de ler este livro, o que espero poder fazer em breve.
ResponderExcluirLia Christo
www.docesletras.com.br
Eu fiquei com vontade de ler só pela "trollada" que você mencionou kkk
ResponderExcluirAh, a curiosidade... kkkk
Bjs.
Thalia - http://www.literaturaummundoparapoucos.blogspot.com.br/