Resenha: A Maldição do Tigre


A Maldição do Tigre,
de Colleen Houck,
editora Arqueiro.


Kelsey Hayes, uma adolescente de 17 anos que perdeu os pais recentemente, estava procurando um emprego para poder pagar a faculdade quando lhe oferecem um trabalho de ajudante em um circo que passará duas semanas na sua cidade.

Nessas duas semanas em que passa trabalhando no Circo Maurizio, ela cria uma estranha e inusitada conexão com um dos seus espetáculos  um tigre branco. Acontece que, por trás de todo o pelo branco e listras negras, um príncipe indiano de 300 anos vive isolado e em eterno silêncio.

Eterno silêncio esse, não tão eterno assim. Kelsey foi destinada por Durga, deusa indiana, para ser a única capaz de quebrar a maldição imposta sobre o tal tigre e seu irmão, e agora ela terá que embarcar em uma viagem pela Índia para ir em busca do fim da lamúria dos irmãos.

Quando o comprei, não tinha nenhuma expectativa em mente. Com até um pouco de vergonha eu admito que me interessei mais por conta da capa. Quem não ama tigres? Se você não gosta de tigres, não é digno de estar lendo esta resenha. Por favor, se retire. Brincadeira. Só não está em meus planos fazer amizade com você. Supere. Retornando ao assunto: me interessei pela capa, mas no instante em que li a sinopse, fui fisgado e o li em dois dias.

Com descrições perfeitas, o livro promete te encantar a partir do primeiro momento com suas perfeitas descrições e incrível abordagem à mitologia indiana. Me cativou desde a primeiríssima página do prólogo. E, apesar de muitos se queixarem do mimimi excessivo do romance entre Kelsey e Ren, é um dos meus favoritos dentre o meio literário. Nenhum romance, é claro, é perfeito.

Kelsey é extremamente racional. Por mais que eu não espere que ela fantasie coisas bobas, como casar com ele e ser feliz para sempre, ela acaba tanto com o relacionamento deles, quanto com minha paciência. Ela tem muito medo de arriscar e agir, e isso é um ponto fraco na personagem. Aliás, quem consegue ficar irritado após um beijo cuja descrição durou uma página inteira?

Deixo claro que, se você gosta de fantasia, arrisque. É um livro ótimo, e separa bem o romance da aventura.

Tag: Como eu leio?


Acabei de ver essa tag no blog da Fernanda, o Leitora Incomum, e achei muito interessante e rápida de responder, então foi isso que resolvi fazer. 


A Aquisição

1. Sempre compra você mesmo seus livros ou tem anjos da guarda? Se tem, quem são eles normalmente?
Como eu ainda sou um estudante, eu tenho meu mãetrocínio e paitrocínio. Meus pais são quem compram todos os meus livros, seja direta ou indiretamente. Indiretamente, no caso, seria eu comprar os livros com a mesada que meu pai me dá de vez em nunca.

2. Gasta quanto (em média) por mês em livros? Já estourou o cartão de crédito com livros?
Eu não estou comprando muito, mas quando posso, gasto em torno de cinquenta ou sessenta reais. Normalmente dois ou três livros. Quanto ao cartão, eu aviso quando tiver um.

3. Consegue livros emprestados com frequência? Se sim, quem te empresta normalmente?
Que eu me recorde, só pedi um livro emprestado uma vez e mesmo assim eu não o li. Foi uma amiga minha que me emprestou.

O Deleite

1. Lê em média quantos livros por mês?
O máximo que eu já li foram 6. Atualmente leio, em média, 3.

2. Lê em média quantas páginas num dia da semana? E nos fins de semana?
Eu leio, no máximo, 50 em um dia de semana, e nos fins de semana pode chegar a 100, dependendo do livro e da minha disposição para ler.

O Local do Crime

1. Consegue ler em local movimentado? (ônibus, fila de banco)
Conseguir eu até consigo, mas não é agradável. Eu me perco fácil e termino desistindo.

2. Prefere ler na mesa, sofá, no chão ou na cama?
Nunca cogitei a ideia de ler no chão. Vou tentar. Eu leio na cama ou em uma poltrona.

3. Qual a hora do dia que prefere para ler?
Acho que pelo fato de ter menos movimentação, de manhã e tarde da noite. Mas a iluminação durante o período da tarde é perfeita.

Os Impedimentos

1. É solteiro? Se não, sua namorada, noiva, esposa, te dá espaço para ler?
Sou solteiro. Triste vida.

2. Lê no trabalho? Se sim, qual emprego dá essa dádiva de ler na hora de serviço?
Pelo fato de eu não possuir um trabalho assalariado, posso considerar o trabalho escravo que presto em minha casa como um emprego? Se sim, não. A carrasca da minha mãe não me permite ler enquanto me mato de trabalhar.

3. Já deixou de sair com a galera só pra ler aqueles capítulos irresistíveis?
Não sou tão antissocial.

As Insanidades

1. Já sonhou ou teve pesadelos vivendo a história de um livro? Qual foi o livro?
Eu tenho sempre isso. Não vivenciar a história, mas sonhar com a continuação propriamente dita. Normalmente quando eu durmo lendo, eu sonho que estou lendo a continuação. E não, eu não acerto.

2. Qual a maior loucura que já fez ou que faria para conseguir um livro?
Nada. Uma coisa que as pessoas podem chamar de loucura é gastar todo o dinheiro que eu ganho, com livros. Conta? 

3. Já chorou ao terminar um livro? Foi de felicidade ou tristeza? Qual foi o livro?
Se eu chorei quando terminei o livro? Nunca. Mas eu choro bastante durante o livro. Depende do gênero, claro. O livro que eu mais chorei foi Querido John. Urrei e tudo. Foi horrível.

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Foi isso, então espero que tenham gostado da ideia. Eu, assim como a Fernanda, não sei quem criou a tag. Caso alguém saiba, deixe um comentário que eu atualizo o post. E quem quiser responder essa tag, sinta-se à vontade.

Resenha: Destrua-me


Destrua-me,
de Tahereh Mafi,
editora Novo Conceito.

Atenção, essa resenha possui spoilers do primeiro volume, Estilhaça-me.

Durante a fuga de Juliette e do sargento Adam, o líder do setor 45, Warner, acaba sendo baleado, e consequência disso é a inesperada visita do temido comandante supremo do Restabelecimento  o seu pai. 

Enquanto a estória se desenvolve em Estilhaça-me, Warner vai formando, gradativamente, uma imagem positiva em Destrua-me. E é quando ele acha uma espécie de diário  o mesmo diário em que Juliette escrevia todos os dias no sanatório  que ele o consegue de vez. Pensamentos e sentimentos habitam as páginas daquele pequeno caderno. São esses pensamentos que massacram e torturam Warner.

Juntos, pai e filho pretendem achar Julitte e todas as outras aberrações, para assim destruí-las, fazendo com que a ordem seja finalmente restaurada. E é uma relação completamente desagradável com o pai que torna ainda mais insuportável a tortura psicológica à qual Warner é submetido diariamente.

O livro é uma ligação entre o primeiro volume da série, Estilhaça-me, e o segundo volume, Liberta-me, sendo disponibilizado legalmente no site da editora. Clique aqui para realizar o download do arquivo.

Como eu realmente amei Estilhaça-me, não era de se esperar que Destrua-me me decepcionasse. E ele não o fez. 

Nós conhecemos um lado completamente diferente do regente. Diferente do carrasco mostrado em Estilhaça-me e mais diferente ainda do que achávamos. Todo sentimento  tanto positivo, quanto negativo  que o Warner passa, é inebriante e nos faz vacilar quanto ao "você merece morrer e ter os fígados comidos por um corvo" que emanávamos enquanto liamos o primeiro volume. 

O tipo de narrativa da autora permanece a mesma, levando em consideração que ainda temos pequenas aparições da Juliette, tido que algumas partes do diário são relatadas no livro. 

O livro possui 99 páginas e é uma leitura realmente agradável. Recomendo-a para todos que gostaram de Estilhaça-me e que odiaram com todas as forças o Warner.

Resenha: Por Isso A Gente Acabou


Por Isso A Gente Acabou,
de Daniel Handler,
editora Companhia Das Letras.


Companhia das Letras


Min Green é uma completa viciada em cinema. Uma garota das artes, propriamente dita. Ela é diferente. E é isso que chama a atenção de Ed Slarteron, jogador de basquete e o mais popular da escola em que estudam.

Apesar de um curto relacionamento, aquilo que viveram foi muito intenso e quando acabou deixou marcas. 

Depois que todos os objetos relacionados aos dois não cabiam mais em sua gaveta, Min arrumou uma caixa para guardar todas essas lembranças. E é essa caixa que ela "devolve" para ele, quando eles acabam. A caixa  e uma carta escrita por Min  contém cada memória do que viveram e do que não viveram, e foi por isso que eles acabaram.

Min  Minerva, como não gosta de ser chamada  é uma garota completamente viciada em filmes antigos e ela os descreve como se já tivéssemos os assistidos e torna a estória um pouco estranha porque ela sempre comparava alguma coisa com algum desses filmes. Quando digo sempre, é porque era sempre mesmo. Todo início de capítulo tinha algo como "Isso me lembra...". Quase pulava algumas páginas quando ela começava com isso.

A narrativa do autor é extremamente apegada aos detalhes. Detalhes mínimos, como divagar durante uma página na descrição do Leonardi's, o café favorito da Min. E eram dessas descrições apegadas aos detalhes que viam as minhas confusões. Eu me perdia realmente muito fácil e tinha que voltar para reler uma coisa que tinha acabado de ler. Boa parte das cenas foram muito bem desenvolvidas, mas outras, na minha opinião, foram bem enroladas. Inclusive as mais quentes.

E a verdade é que, porra, eu te amei demais.

Convenhamos, ambos são típicos jovens americanos na flor da idade, é quase claro que será abordado o tema sexo. Mas essas foram as cenas que mais deixaram a desejar. O autor não se deteve nelas. Ele evitou usar nomes e era muito superficial quanto ao que tinha acontecido ali, e durante boa parte do livro eu me perguntei se a garota ainda era virgem ou não, ou pensando ok, eles entraram no carro. Mas que diabos aconteceu ali?

E olhem que eu nem falei do Al, o amigo da Min, ainda. Apesar da amizade dos dois ser uma das mais adoráveis de todos os livros que eu já li, qual o problema que o garoto tem com opiniões? Aposto que ele usou a expressão "não tenho uma opinião formada" mais de um bilhão de vezes.

Eu sei que vai ficar um pouco confuso, mas apesar de todas as críticas que vim fazendo ao livro até agora, eu o adorei. É demais. Completamente envolvente e eu o adorei com todas as minhas forças. Adorei tanto que odiei aquele final. Odiei-o também com todas as minhas forças.

O livro é escrito completamente na forma de uma carta destinada ao Ed e é isso que torna a narrativa um pouco mais dinâmica. É uma leitura muito boa e recomendo o livro tanto para quem curte cinema quanto para quem curte romance.

   

[Tutorial] Um aviso de colossal importância



Venho aqui trazer  pela terceira vez, preparem-se  um aviso de colossal importância. Ou quase isso. O GFC (Google Friends Connect) chegou ao seu fim. Pelo menos foi o que eu soube. Deixará de nos facilitar a vida, avisando quem de novo nos segue, mostrando-nos atualizações dos blogs que seguimos etc.

"Foi bom enquanto durou" 
 Depoimento da leitora Nathália Novikovas

Tag: Apocalipse Zumbi


Não vejo a hora de finalmente poder assistir Guerra Mundial Z. Pelo que vi no trailer, os zumbis parecem formigas se aglomerando. Vocês têm noção? Zumbis que correm! E é nesse clima que venho responder a tag Apocalipse Zumbi  não que eu tenha sido indicado por alguém. 

Um personagem para guiar o grupo
Daenerys Targaryen, Game of Thrones

Sei que vai ter alguém cheio de mimimi dizendo que o nome da série não é Game of Thrones e sim A Song of Ice and Fire. Só digo uma coisa: recolha-se a sua insignificância. Brincadeira. Eu sei que a série de livros tem esse segundo nome, mas como eu nunca os li e sim assisti a série televisiva  a qual possui o primeiro título  é esse que vou usar.

Não me veio nenhum outro personagem na cabeça senão ela. Ela que começa tão inocente no começo da série e agora bota fogo em vendedores de escravos, é meu personagem escolhido para liderar o grupo.

Um personagem com conhecimentos médicos
Doc, A Hospedeira

Apesar de não ter tido a chance de mostrar seu talento na medicina em A Hospedeira, ele se saiu muito bem cuidando de todos os ferimentos naquele mundo "apocalíptico".

Um personagem inteligente
Eva Abelar, O Sonho de Eva

Apesar de que a Margaery Tyrell foi a primeira que eu pensei, já tem muito Game of Thrones nessas respostas. Essa foi a última pergunta que respondi por que é a mais difícil na minha opinião.

A Dra. Eva Abelar é uma autoridade mundial em sonhos lúcidos, e por esse motivo seria legal tê-la no grupo. Uma cientista. Por que não?

Um personagem para morrer primeiro
Joffrey Baratheon, Game of Thrones

Esse abutre foi o primeiro que me veio à cabeça, assim como a Daenerys. Ele é a pessoa mais detestável dos Sete Reinos e com certeza deveria servir de escudo.

Um personagem badass
Bellatrix Lestrange, Harry Potter e A Ordem da Fenix

Badass seria o personagem fodão, se assim posso dizer, e, assim como em Um personagem inteligente, demorei muito para poder escolher. Cheguei até a pedir sugestões no twitter (e obrigado à você que me respondeu).

Sugeriram o Kvothe e, apesar de eu ter ouvido e lido muito sobre ele, nunca li As Crônicas do Matador do Rei. Decidi pôr, então, a mais fiel serva do Lorde Das Trevas e pertencente à "muito antiga e nobre" Família Black. Eu iria escrever: Isso! A Bellatrix Lestrange, mas vocês já viram lá em cima. Não pensei muito em qual seria sua função no Apocalipse Zumbi e sim no que ela representa com a personagem que era na saga Harry Potter.

Um personagem duas caras
Jano, O Herói Perdido

Nenhum comentário especial. Só que ele é o porteiro dos deuses e tem, literalmente, duas caras. Que engraçado, Matheus. Parabéns, fera.

Um personagem engraçado
Luna Lovegood, Harry Potter e A Ordem da Fenix

Ela não é necessariamente uma personagem engraçada, mas tudo o que ela faz é inusitado e inesperado, o que torna a estória bem divertida e "o que?". Ela é adorável e seria hilário vê-la correndo de zumbis.

Vocês devem achar que eu estou com algum tipo de tesão por Harry Potter e A Ordem da Fenix, mas é só que as duas personagens que eu pus apareceram pela primeira vez nesse quinto volume. O meu preferido é o sétimo, aliás.

Um personagem medroso
Samwell Tarly, Game of Thrones

Mais conhecido por Sam, assim como a Daenerys e o Joffrey, ele foi o primeiro que me veio à cabeça. Ele faz parte da Patrulha da Noite, mas é um verdadeiro bundão na maior parte do tempo. 

Um personagem criança
Emmi, Caminhos de Sangue

Ela é uma criança um pouco irritante  durante boa parte da estória   e aposto que seria realmente legal tê-la no grupo. Pensei também em mais dois personagens: Max Carver, de O Príncipe da Névoa e Arya Stark, de  adivinha  Game of Thrones.

Um personagem qualquer
Étienne St. Clair, Anna e o Beijo Francês

Todo grupo tem que ter um adolescente, por que nós somos muito mais legais que crianças e adultos. Abraços. St. Clair seria o tipo de cara que iria se dar bem com todo mundo e ia manter a paz. Não vejo ele morrendo cedo em um mundo apocalíptico e por isso o escolhi. 


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Espero que tenham gostado e logo mais tem resenha para A Maldição do Tigre e Por Isso a Gente Acabou. Convoco para responder essa tag, três blogueiras que gosto bastante: a Nathália e a Rízia, do Livroterapias, e a Ju, do LiteRata.


[Filme] Mama

Um fantasma é um movimento sem forma, condenado a repetir-se continuamente até que corrija os erros que cometeu. 


Garotinhas que sofreram exclusão social e têm certos problemas para se adaptar novamente à sociedade em que viviam. Tem tema melhor? O problema é que o foco não é exatamente esse. 

Dirigido por Andrés Muschietti, Mama é baseado em um curta produzido em 2008 pelo mesmo diretor.  Devo dizer que como um filme de terror, como é classificado pela massa, é um pouco abaixo da média, mas não perde completamente seu crédito como um ótimo suspense.

Quando o pai de Victoria e Lilly mata a mãe das garotas, as leva para uma floresta a fim de fugir e acabar com tudo se matando e matando as garotas  não necessariamente nessa ordem. Mas após um curioso acontecimento resultando na morte do homem e no desaparecimento das garotas, o tio delas, Lucas, não mede esforços para achar nenhuma das duas, inclusive o irmão, o qual acredita ainda estar vivo.

Após cinco anos do sumiço, as garotas são achadas na selva, vivas. Como foram deixadas à mercê da floresta enquanto muito jovens, a habilidade de se comunicar delas está prejudicada e agora não confiam em ninguém. Elas também têm dificuldades para voltar a se relacionar e a se comportar normalmente, isto é, se comportar de forma aceitável para os padrões da sociedade.

Enquanto estão se adaptando as novas casa e vida, o tio das duas, Lucas, e Annabel percebem que as garotas agora interagem com uma figura invisível chamada Mama. Mas, quando acham que não deveriam se preocupar, tudo dá errado e um estranha criatura passa a assombrar a casa do casal.

Não estava esperando muito, e, com todas as críticas que as pessoas postavam no Facebook, não era de se esperar algo diferente. Blogueiros expressando seu ódio, principalmente contra o final que, na minha humilde opinião, não foi tão ruim assim. Como disse: é um ótimo filme de suspense.

Confesso que passei boa parte do filme esperando mais presença do Nikolaj Coster-Waldau  nosso conhecido Jaime, na sensacional Game of Thrones. Já a Jessica Chastain me surpreendeu com sua atuação digna de uma cerveja amanteigada. Cobriu todos os buracos deixados pelo Coster e ainda rebocou a parede de tijolos do meu coração.

A Atuação realmente não foi um problema no filme. Até as garotinhas, Megan Charpentier e Isabelle Nelisse, se saíram perfeitas em seus devidos papéis. Poderiam ter recebido seu devido valor, obviamente, se o clima sombrio tivesse sido bem trabalhado, mas o enredo deixou a desejar.

Creio eu que a ideia inicial era terror. Mal sucedida, aliás. Não por mal-atuação ou qualquer outra das coisas que já elogiei até aqui, obviamente. A única e um pouco desastrosa falha foi o enredo. Você se pergunta "mas por que diabos um espírito quer cuidar dessas crianças?". Pergunta essa respondida no final, o que faz com que não seja de todo mal. E, bem, convenhamos, um espírito da floresta  ou até mesmo, aquele espírito da floresta  não é lá tão aterrorizante  exceto uns berros que a criatura dava. 

Falemos agora dos efeitos especiais: ótimos. Sério. Só não são perfeitos por conta do espírito  sempre esse cabuloso. As borboletas saindo da parede, lodo etc. Meu Deus. Demais.

Enfim, é um filme ótimo. Perfeito suspense como venho dizendo desde o começo desta Crítica. Eu recomendo para todos que curtem o gênero  só peço que não esperem demais.

Obs.: Novamente venho pedir desculpas por não estar postando com frequência, mas prometo que nesse mês de julho eu pego um ritmo bom.